É a forma de SAIR da relação que diz sobre a pessoa. Não a forma de Entrar

 In Comportamento, Relacionamento
Texto de Ivonete Rosa

É a forma de SAIR da relação que diz sobre a pessoa. Não a forma de Entrar

Acontece de uma pessoa sair de um relacionamento deixando o ex parceiro com a sensação de ter se relacionado com um fake. Isso porque a pessoa, com atitudes e comportamentos, consegue destruir a imagem positiva que havia construído ao longo do vínculo.

Sabe quando você fica com aquele pensamento martelando: “não é possível que fulano(a) teve a coragem de fazer aquilo comigo”. A canalhice foi tão grave que, mesmo tendo presenciado, você se recusa a acreditar.

Conforme amadurecemos, tendemos a ser mais incrédulos(as), já não nos impressionamos com atitudes fofas no início de um relacionamento. Cogitamos, sim, que aquilo pode ser um teatro para nos impressionar.

Após um longo histórico de decepções, passamos a entender que o real caráter de uma pessoa não se manifesta na fase da conquista, e, sim, pela forma como ela sai.

Você passa a entender que o seu ex não era aquele gentleman cheio da moral e bons costumes do início. O que diz sobre o caráter dele foi o fato de ele ter se envolvido com a sua suposta melhor amiga e ainda tê-la engravidado.

Quanto a você, moço, talvez tenha que aceitar que a sua ex não era aquela mulher parceira que parecia disposta a desbravar qualquer dificuldade contigo. Ela é aquela que te abandonou quando você perdeu aquele cargo comissionado na empresa e ficou sem grana para bancar as regalias que ela amava. Ah, e sem o menor constrangimento, ela começou a postar fotos se esbaldando com outro, duas semanas depois de te deixar.

É isso:  é a forma como a pessoa sai de um relacionamento que traduz a índole dela. Isso porque ninguém consegue manter uma máscara por muito tempo. No início a pessoa escolhe uma personagem para encantar. Contudo, conforme a relação avança, a máscara vira um fardo e a pessoa acaba abandonando-a.

Se você olha se refere à pessoa saiu da sua vida dessa forma: “Fulano(a) não está mais comigo, mas é uma excelente pessoa”, você é um(a) privilegiado(a), sim.

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