Ela é mulher, ela é o que quiser!

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Ela é mulher, ela é o que quiser!

Cleonio Dourado –  [insert_php]echo get_the_date(‘d F Y’);[/insert_php]

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Ela é mulher. Ela é o que ela quer.  Ela é a essência do universo. Um poema ainda aberto. Novas trovas, velhas rimas, mil versos. Cada uma, sem igual composição. Harmonia, abraço, compasso, beijo, coração. Seu riso, rio cheio, mar aberto, canção. Fora ou dentro do padrão. Livre, leve, solta, avião. Ela é chave, é fechadura. É nova, é madura.

Ela é meiga, é grito, sussurro,  ternura. Seu olhar indecífravel é coragem. Seu jeito selvagem, vaidade. Chega entrando, invade, nem pede passagem. Ela é de verdade. É mulher! Poesia fácil, poema complexo, nada frágil.  É o sexo forte. De cabelão ou curtinho, saião ou vestidinho, de black power ou alisadinho, não importa, tá lacrado. De toda raça e toda cor, de todo credo e todo amor, ela é única, é linda. Mais brutona ou feminina, senhora ou menina, do asfalto ou lá da trilha, ela nunca descaminha.

Ela vai pra todo lugar.  Ela corre, nada, pedala, se esforça, sabe chegar. Só no vinho ou só no chá, de dança ou de louvar, da academia ou do sofá, ela escolhe onde ficar. Ela é polícia, ela é bombeira, é professora, é faxineira, é juíza, é enfermeira, é médica ou dona de casa, ela é dona de tudo, do meu, do teu, do nosso mundo. Ela é a certa e a errada, é sem rabisco ou tatuada, tá voando ou tá parada, ela é ela, ela é dela.

Ela é mãe, é esposa, é  solteira, é de boa ou é guerreira, é sossegada ou bagunceira,  ela é dessas inteiras. Camponesa ou baronesa, todas elas são princesas! É manhosa, é esperta, é faceira. Mulher que leva tudo a sério, ou leva tudo na brincadeira. Ela não tem fórmula, ela vem sem manual, não tem receita, não tem igual. Ela faz, ela fez, é verdadeira. Vou escrever redigir, repetir, insistir, anota aí: Ela é MULHER! MULHER! MULHER! E MULHER PODE,  FAZ e É, o que ela bem QUISER!

Feliz dia Internacional de todas as Mulheres!

 

Imagem de capa: Pixabay

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Cleonio Dourado

Escrever é uma fuga que sempre uso. Não tenho temas. Não tenho destinos. Alguns devaneios e desatinos, quem sabe. Solto as palavras ao vento. Viajo ao vê-las viajando pelo ar. Recolho as que voltam nos relentos das manhãs e me lavo em seus afagos. Eu me aguo, renasço. Palavras me acariciam a alma, despertam-me sentimentos, paz, calma. Leio, releio, rascunho e escrevo. Faço dos textos da minha lida, as estrelinhas da minha vida.

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